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Conselho Estadual de Cultura

29/05/2019 15:00

Trio Nordestino e Sessão Matrizes do Forró recebem Moção de Aplausos no CEC

Ao final da 3ª e 4ª sessão plenária realizada nesta segunda (27), após o processo eleitoral, o Conselho Estadual de Cultura convidou o grupo Trio Nordestino para receber uma moção de aplausos pela importância e reconhecimento do grupo que mantém a cultura e a tradição das matrizes do forró. Também na ocasião a sessão especial "Matrizes do Forró e Festas Juninas também recebeu uma moção do CEC, sugerida pelo Conselheiro Emílio Tapioca e aprovada pelos demais conselheiros.

A moção destacou a importância do Trio Nordestino que em 2018, completou 60 anos de existência. O grupo surgiu no ano de 1958, em Salvador, com as características da formação clássica dos grupos de Forró: um tocador de sanfona (Lindu, que também emprestava a sua voz), um de zabumba (Coroné) e um de triângulo (Cobrinha). Hoje, o grupo é formado por Luiz Mário – triângulo e voz (filho de Lindú, um dos fundadores do grupo), Jonas Santana - zabumba e Beto Sousa – sanfoneiro (afilhado de Lindú). Pioneiro na composição tradicional do Forró Pé-de-Serra, lançou o primeiro disco em 1962, sob a benção do rei do baião: Luiz Gonzaga. Depois disso gravou com diversos representantes da música popular brasileira, como Alceu Valença, Bezerra da Silva, Elba Ramalho, Dominguinhos, Flavio José, Santana, Targino Gondim, Genaro, Adelmário Coelho e Luiz Caldas.

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Del Feliz e forrozeiros participam da moção concedida ao Trio Nordestino, pelo CEC

A moção foi entregue diante conselheiros e forrozeiros como Coroné, Zé Costa, Celo Costa e Del Feliz. Também esteve presente na entrega da moção, Marizete Nascimento presidente da Associação Cultural dos Forrozeiros da Bahia Asa Branca e coordenadora do Fórum Raiz da Bahia. A moção cita a associação Asa Branca desde 2007, tem sido uma associação de referência para o fortalecimento das matrizes do forró no estado. Na mesma ocasião outra moção foi direcionada para a Sessão Especial “Matrizes do Forró e Festas Juninas”.

Sessão Especial “Matrizes do Forró e Festas Juninas” - promovida por Fabíola Mansur – Deputada Estadual da Bahia, Membro Titular do Conselho Estadual de Cultura (CEC-BA) e da Câmara de Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Natural do CEC-BA –  A proposta, anteriormente discutida no âmbito do CEC, foi sugerida para a deputada com uma solicitação de audiência para essa temática, atendendo ao pedido do conselho a audiência foi realizada no dia 14 de maio de 2019, no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia – ALBA. Representando o CEC, esteve presente na audiência a Conselheira Suely Melo que compôs a mesa da sessão.

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Abrilhantando a sessão, a Quadrilha Junina Forró do ABC fez uma pequena apresentação. Marli Góes que é diretora executiva da quadrilha junina, afirma que a sessão na assembleia vem trazer uma esperança para que o Estado e os Municípios possam fazer garantir os direitos e a valorização dos quadrilheiros e forrozeiros: ''Agora vamos ser reconhecidos como cultura, tínhamos 150 quadrilhas juninas em Salvador, e em 2019, para disputar concurso teremos apenas 3 delas, esta sessão traz um alento, de que vamos ser reconhecidos como um segmento de cultura e ter importância tal como o carnaval tem, estamos muito esperançosos e confiantes em tudo que vai acontecer a partir de agora" concluiu Marli.

Confira as moções:

Moção de Congratulações ao Trio Nordestino.

Moção de Aplausos para Sessão Especial Matrizes do Forró e Festas Juninas.

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